Sérginho, ex-BBB, publica fotos de sua G Magazine

Que cobra né?

Marlon Teixeira

Marlon Teixeira … “vem ni mim”

Ócio Produtivo #2

Bee afetada em “Waka Waka Barriguinha”

Justiça vê homofobia em comercial da Skol e pede suspensão da campanha

O comercial da cerveja Skol, que vem sendo veiculado na TV brasileira, está na mira do Ministério Público Federal deMinas Gerais.

O órgão está recomendando a suspensão da peça publicitária por conta de seu teorhomofóbico e discriminatório. No comercial, um homem usando a camiseta da seleção argentina de futebol abre umalata de cerveja e é chamado de “maricón”.

Além de recomendar a suspensão do comercial e a retirada do mercado das latas com a gravação tida como discriminatória, o MPF instaurou inquérito para apurar as responsabilidades pelo caso.

A AmBev ainda não se manifestou sobre o assunto.

Eu não vejo nada demais, e vocês?

Teatro Oficina recebe espetáculo sobre relação entre homens

Quando se vê uma peça com texto de Gero Camilo em cartaz uma coisa é certa. Seja qual for o tema será tratado com muita sutileza, que acaba sendo sua marca, uma espécie de opção artística. Talvez assim, descortinando a vida de forma poética, Camilo livre seus personagens, dos estereótipos que a sociedade tanto insiste em enquadrar.

O autor também não é afeito a classificações quando se trata de julgar seus personagens. Foi assim com a peça “Aldeotas”, onde o autor deu mais de uma entrevista falando que não se tratava de uma peça gay. Para quem não viu a peça falava da relação ambígua e do amor mútuo que havia entre dois amigos. Estava tudo ali, subtendido.

Em “Empoeirados”, compilação de três textos do livro “A macaúba da terra” as relações masculinas voltam à cena na história de dois atores que se perdem da companhia na estrada e resolvem caminharem sozinhos, afinal “Lá se vão dois mundos num”.

Com direção de Cristiano Karnas e adaptado por Karnas, Luís Marmora, Larissa Salgado e pelos atores, a peça ocupa o singular espaço do Teatro Oficina. Tal opção de local traz coisas positivas ao espetáculo, (como a sensação de estarmos diante de uma grande estrada como o palco do Oficina sugere) mas também o deixa refém. Simplesmente porque algumas imagens só ganham força poética ali. Num palco normal (caixa preta) a relação dos personagens com a magia do que eles mesmos criam deve ser outra, e fiquei me perguntando qual seria.

Com boas resoluções cênicas e um trabalho sutil na composição de atores, a direção conduziu de forma correta todo o espetáculo, o deixando em certos momentos mais moroso, o que de certa forma vai tirando o brilho da montagem. Se fazia necessário certa ousadia na transposição de tais textos para o palco. E o grupo optou por não subverter o universo do autor. Então, tudo soa como algo que já vimos em algum lugar.

O texto “Do amor de um pássaro por um lagarto” é o que proporciona melhores momentos cênicos, – e com muita facilidade e liberdade poética é possível fazer analogias com as relações de pessoas de ambos os sexos – mas é pouco para manter a magia, e em dados momentos vemos o quanto o (aquele) teatro engole seus atores. Armando Amaré se sai melhor pois soa mais natural. Seu personagem é mais boêmio e afeito ao imprevisível o que o torna mais charmoso. Ed Moraes arrisca em outras praias cênicas e dá conta do recado ao transpor sem grandes nuances suas referências.

A ambigüidade da amizade dos dois personagens está latente e explicitada na cena que um sugere fazer sexo com o outro – que nega terminantemente. No esquema peça-dentro-da-peça a relação dos dois amigos só é possível quando eles brincam de ser outro. É justamente nesse momento que a peça empaca e certo conservadorismo vem à tona, impedindo a poesia de transformar o óbvio em algo sublime.

O autor Newton Moreno já mostrou que é possível tirar poesias de cenas com temas difíceis e caras ao universo homossexual. Aguardemos um grupo que ouse assumir os subtextos de Camilo e o colocar no lugar que ele permanece negando. O de um autor – também – com uma “pegada” homoerótica.

“Empoeirados”

Teatro Oficina
Rua Jaceguai, 520 – São Paulo
Quartas e quintas, sempre às 21h, até 1º de julho

Via MixBrasil

Gays brasileiros são mais ricos do que os héteros

Uma pesquisa com Gays e outrosHomens que Fazem Sexo com Homens, feita pelo Ministério da Saúde, mostrou que, dentre homossexuais, 26,9%pertencem às classes A e B.

O índice é quase 50% maior do que o número de homens em geral nesse segmento: apenas 18,2%.

Quando se trata das classes mais baixas, as D e E, o número de gays vai no sentido oposto e cai de forma significativa.

A pesquisa, realizada com 3.616 indivíduos em oito capitais e dois outros municípios, indicou que apenas 23,3% dos homossexuais estão nesse segmento. Dentre homens em geral, o número é 34%.

Estão na classe C, 49,9% dos homossexuais e 47,8% dos homens em geral.

Como homossexuais fazem parte do grupo dos homens em geral, a diferençaeconômica entre héteros e gays é ainda maior do que mostrado nessas comparações. Não há dados exatos apenas dos homens que só fazem sexo com mulheres.

Via Cena G

Francisco Lachowski

Não é atoa que ele arrasou na Semana de Moda de Milão!